AS CONTRIBUIÇÕES DA CAPOEIRA PARA CRIANÇA COM SÍNDROME DE PRADER- WILLI
As contribuições da capoeira para o desenvolvimento psicomotor de criança com Síndrome de Prader-Willi: um estudo de caso Este estudo apresenta um relato de caso sobre a aplicação da capoeira como prática terapêutica complementar no desenvolvimento psicomotor de uma criança com Síndrome de Prader-Willi (SPW). A pesquisa foi conduzida pela Mestra Jujuba, Jussara Santos de Queiroz na Associação de Capoeira Vem Camará, jacarepaguá (RJ), e teve como objetivo observar as evoluções motoras, cognitivas e afetivas decorrentes da prática regular da capoeira. A paciente, do sexo feminino, iniciou o acompanhamento aos 2 anos e 6 meses, apresentando hipotonia muscular generalizada, atraso no desenvolvimento motor, ausência de fala e dificuldades de equilíbrio. As aulas de capoeira, realizadas duas vezes por semana, foram estruturadas de forma lúdica e apoiadas nos princípios da psicomotricidade e do brincar criativo. Os resultados observados ao longo de 18 meses indicaram melhora significativa no tônus muscular, equilíbrio dinâmico, coordenação motora global e expressividade gestual, além do fortalecimento do vínculo afetivo e social com familiares e colegas. A criança desenvolveu maior autonomia nas atividades corporais, iniciou comunicação oral e apresentou avanços na interação simbólica e emocional. O estudo reforça a importância da capoeira como prática educativa e terapêutica, promotora de integração corpo mente e desenvolvimento global. A partir da perspectiva winnicottiana do brincar e do espaço potencial, a capoeira mostrou-se um instrumento eficaz para estimular a criatividade, a socialização e o bem-estar de crianças com necessidades específicas, contribuindo para sua qualidade de vida e inclusão social.
As contribuições da capoeira para o desenvolvimento psicomotor de criança com Síndrome de Prader-Willi: um estudo de caso Este estudo apresenta um relato de caso sobre a aplicação da capoeira como prática terapêutica complementar no desenvolvimento psicomotor de uma criança com Síndrome de Prader-Willi (SPW). A pesquisa foi conduzida pela Mestra Jujuba, Jussara Santos de Queiroz na Associação de Capoeira Vem Camará, jacarepaguá (RJ), e teve como objetivo observar as evoluções motoras, cognitivas e afetivas decorrentes da prática regular da capoeira. A paciente, do sexo feminino, iniciou o acompanhamento aos 2 anos e 6 meses, apresentando hipotonia muscular generalizada, atraso no desenvolvimento motor, ausência de fala e dificuldades de equilíbrio. As aulas de capoeira, realizadas duas vezes por semana, foram estruturadas de forma lúdica e apoiadas nos princípios da psicomotricidade e do brincar criativo. Os resultados observados ao longo de 18 meses indicaram melhora significativa no tônus muscular, equilíbrio dinâmico, coordenação motora global e expressividade gestual, além do fortalecimento do vínculo afetivo e social com familiares e colegas. A criança desenvolveu maior autonomia nas atividades corporais, iniciou comunicação oral e apresentou avanços na interação simbólica e emocional. O estudo reforça a importância da capoeira como prática educativa e terapêutica, promotora de integração corpo mente e desenvolvimento global. A partir da perspectiva winnicottiana do brincar e do espaço potencial, a capoeira mostrou-se um instrumento eficaz para estimular a criatividade, a socialização e o bem-estar de crianças com necessidades específicas, contribuindo para sua qualidade de vida e inclusão social.
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Gira Epstemológica
Resumo da Apresentação: “Gira Epistemológica” — Scientiarun História | UFRJ – CCMN Durante o evento Scientiarun História, realizado no Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi apresentada a atividade intitulada “Gira Epistemológica”, que promoveu um mergulho sensível e profundo nas relações entre saberes ancestrais e práticas pedagógicas não-hegemônicas. O foco da roda foi o trabalho da Mestra Jujuba, referência na Capoeira e nos saberes da cultura popular afro-brasileira. A apresentação destacou a maneira como a energia do berimbau, instrumento central na Capoeira, atravessa e estrutura sua trajetória de vida e de mestria, não apenas como prática corporal, mas como campo de produção de conhecimento ancestral. A "Gira Epistemológica" propôs uma reflexão sobre outras formas de saber — que escapam aos moldes da ciência ocidental — e tratou a Capoeira como uma tecnologia de formação enraizada nas experiências de resistência e criação dos povos negros no Brasil. A fala de Mestra Jujuba evidenciou a dimensão espiritual, energética e comunitária do berimbau, entendido como ponte entre o presente e a ancestralidade. O encontro foi marcado por uma atmosfera de escuta, troca e valorização de epistemologias do corpo, da oralidade e do território, contribuindo para o diálogo entre universidade e saberes populares. A apresentação reforçou que pensar a Capoeira — e, especialmente, a atuação de Mestra Jujuba — é também reconhecer epistemologias negras como legítimas, complexas e fundamentais para repensar os processos educativos dentro e fora da academia.
Resumo da Apresentação: “Gira Epistemológica” — Scientiarun História | UFRJ – CCMN Durante o evento Scientiarun História, realizado no Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi apresentada a atividade intitulada “Gira Epistemológica”, que promoveu um mergulho sensível e profundo nas relações entre saberes ancestrais e práticas pedagógicas não-hegemônicas. O foco da roda foi o trabalho da Mestra Jujuba, referência na Capoeira e nos saberes da cultura popular afro-brasileira. A apresentação destacou a maneira como a energia do berimbau, instrumento central na Capoeira, atravessa e estrutura sua trajetória de vida e de mestria, não apenas como prática corporal, mas como campo de produção de conhecimento ancestral. A "Gira Epistemológica" propôs uma reflexão sobre outras formas de saber — que escapam aos moldes da ciência ocidental — e tratou a Capoeira como uma tecnologia de formação enraizada nas experiências de resistência e criação dos povos negros no Brasil. A fala de Mestra Jujuba evidenciou a dimensão espiritual, energética e comunitária do berimbau, entendido como ponte entre o presente e a ancestralidade. O encontro foi marcado por uma atmosfera de escuta, troca e valorização de epistemologias do corpo, da oralidade e do território, contribuindo para o diálogo entre universidade e saberes populares. A apresentação reforçou que pensar a Capoeira — e, especialmente, a atuação de Mestra Jujuba — é também reconhecer epistemologias negras como legítimas, complexas e fundamentais para repensar os processos educativos dentro e fora da academia.
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